Damas da Noite, é um espetáculo de Elmano Sancho, estreia quinta-feira, 9 de maio, no teatro Carlos Alberto, no Porto.

Damas da Noite, de Elmano Sancho

Damas da Noite aborda a presença ou ausência de fronteiras entre realidade/ficção, ator/personagem, homem/mulher e teatro/performance.

 09 a 12 de maio, Teatro Carlos Alberto, Porto

Nesse jogo de relações, aposta-se a identidade como matéria fluida, “rimbaudiana”, revelando o outro que somos, o estrangeiro que albergamos.

Para erguer essa figura ficcionada chamada Cleópatra, Elmano Sancho imergiu no mundo fascinante e provocador do transformismo. Os artistas transformistas “vestem a pele de um outro, tentam ser um outro. São “flores que se abrem de noite”, intérpretes de uma transformação “pautada pela transgressão, o desconforto, a ambiguidade, a brutalidade dos corpos e a violência das emoções”. Através dessa interpretação paradoxal da diferença, “Damas da Noite” explora a presença ou ausência de fronteiras entre realidade e ficção, ator e personagem, homem e mulher, teatro e performance, tragédia e comédia, original e cópia, interior e exterior, dia e noite.

Nesse jogo de relações, aposta-se a identidade como matéria fluida, “rimbaudiana”, revelando o outro que somos, o estrangeiro que albergamos.

Texto e encenação – Elmano Sancho
Interpretação – Elmano Sancho, Dennis Correia aka Lexa Black e Pedro Simões aka Filha da Mãe
Espaço Cénico – Samantha Silva
Iluminação – Alexandre Coelho
Assistência de encenação – Paulo Lage
Confeção de Figurino Elmano Sancho – Olga Amorim
Produção executiva – Nuno Pratas
Apoios – Wig By Choice
Parcerias – Associação Plano I, Abraço, ACEGIS

 

Elmano Sancho

Ator e Encenador

Licenciado em Formação de Atores pela ESTC/Lisboa. Estudou na RESAD/Madrid, ECA-USP/Brasil e no CNSAD/Paris e na SITI COMPANY/NY. 

Trabalhou com o Teatro da Garagem, Teatro dos Aloés, Ensemble, Jorge Silva Melo/Artistas Unidos, Emmanuel Demarcy-Mota, Pedro Gil, Rogério de Carvalho, Ana Tamen, Miguel Abreu, Maria João Miguel, Paulo Lage, António Aguiar, Bruno Freyssinet, Barney O´Hanlon, Arthur Nauzyciel, Bruno Bayen/Comédie-Française), Jacques Allaire/Comédie-Française, Virgínio Liberti/Annalissa Bianco, Anne Bogart/SITI Company.

No cinema e na televisão trabalhou com Hugo Diogo, Jorge Silva Melo, Keren Ben Rafael, Odile Brook, Jerôme Cornuau, Valéria Sarmiento, Solveig Nordlund, Jorge Paixão da Costa, Benoît Jacquot, Sérgio Graciano, Yuri Alves, Francisco Manso e Marco Pontecorvo.

Foi nomeado melhor ator de Teatro para os Globos de Ouro com Não se Brinca com o Amor (2012), Herodíades (2013), A Estalajadeira (2014) e Display (2018) e para os prémios SPAAUTORES com Não se Brinca com o Amor (2012) e O Campeão do Mundo Ocidental (2014).

Foi nomeado pela revista TimeOut na categoria de melhor ator do ano de 2012 com Herdades.

Estreia-se, como encenador, no monólogo Misterman, prémio de melhor ator da SPAAUTORES/2015. 

Em 2015, encena I Can´t Breathe, Menção Especial do Prémio da Crítica da APCT/2016. Nomeação na categoria de Teatro para melhor espetáculo SPAAUTORES/2016.

Foi bolseiro da Direção Geral do Livro e das Bibliotecas para a Criação Literária em 2018 com o projeto A Sagrada Família.

Em 2018, recebe o prémio Mirpuri Carlos Avilez com A Última Estação, espectáculo estreado em 2018 no Festival de Teatro de Almada.

09 a 12 de maio, Teatro Carlos Alberto, Porto


Com o apoio institucional da Associação ACEGIS.

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