Associação ACEGIS

11 de fevereiro, Dia Internacional das Mulheres e Raparigas na Ciência - 2022

Contributo para o crescimento inteligente

Dia Internacional das Mulheres e Raparigas na Ciência

Em 2015, a Assembleia Geral das Nações Unidas adotou uma resolução declarando 11 de fevereiro como o Dia Internacional das Mulheres e Raparigas na Ciência, para obter acesso pleno e igualitário e participação na ciência para mulheres e meninas.

Este dia destaca o papel importante que as mulheres têm na produção de conhecimento científico. E também pretende sensibilizar para importância de derrubar barreiras impostas pela desigualdade de género no acesso à educação e carreiras na área das ciências das ciência, tecnologia, engenharia e matemática – STEM.

Investigação científica

De acordo com os últimos dados da UNESCO (2021)apenas 33% das investigadoras cientificas são mulheres,

Prémios Nobel

Apenas 23 mulheres receberam o Prémio Nobel da física, química ou medicina desde Marie Curie, em 1903, em comparação com 624 homens. 

Desiguladades no Trabalho e Emprego

Mais de 19,1 milhões de pessoas estavam empregadas na UE nas áreas da ciência e engenharia, mas apenas 7,8 milhões (41%) são mulheres.  (Eurostat)

Mulheres na ciência

O mundo precisa da ciência e a ciência precisa das mulheres

As mulheres e raparigas são partes fundamentais no desenvolvimento de soluções para melhorar a vida e para gerar um crescimento verde, inteligente e inclusivo que beneficie a humanidade como um todo.

Por isso, é necessário:

Mulheres na Ciência - Eventos

Eventos e iniciativas nacionais no âmbito do dia Internacional da Mulheres e Raparigas na Ciência 

Webinar “As Três Mensageiras do Universo

O Instituto de Astrofísica e Ciências do Espaço (IAstro) e o Laboratório de Instrumentação e Física Experimental de Partículas (LIP) convida-o/a a assistir e participar, na sexta-feira, 11 de fevereiro, às 16h00, numa sessão online com perguntas e respostas, dedicada à astronomia multi-mensageiro.

As três mensageiras do Universo: luz, partículas e ondas gravitacionais é uma sessão que conta com Lara Sousa, do IAstro e da Universidade do Porto, e Sofia Andringa, do LIP. 

Sessão online transmitida através do canal de YouTube do IA e do canal de YouTube do LIP.

LANÇAMENTO DO LIVRO “RAPARIGAS NA CIÊNCIA”

A 11 de fevereiro de 2022, a Ciência Viva lança a primeira edição do livro “Raparigas na Ciência”, que dá a conhecer os rostos de 115 estudantes, de norte a sul do país e do primeiro ciclo ao ensino universitário, que têm demonstrado o seu interesse pelas áreas da ciência e da tecnologia, participando em projetos científicos durante o seu percurso escolar. 

livro destina-se a alargar o debate sobre a participação das mulheres e raparigas na ciência, engenharias e tecnologias para inspirar as novas gerações para percursos académicos e profissionais nestas áreas.

Saiba mais, aqui.

Engenheiras Por Um Dia

 Uma iniciativa da Secretária de Estado para a Cidadania e a Igualdade, Rosa Monteiro, 

O Projeto Engenheiras por um dia promove. junto das estudantes de ensino não superior, a opção pelas engenharias e pelas tecnologias, desconstruindo a ideia de que estas são domínios masculinos.

Este projeto é coordenado pela Comissão para a Cidadania e a Igualdade de Género (CIG), em articulação com a Carta Portuguesa para a Diversidade (APPDI), o Instituto Superior Técnico e a Ordem dos Engenheiros e envolve uma rede de 70 entidades parceiras (9 das quais municípios), 41 escolas básicas e secundárias e 15 instituições de ensino superior.

Desde a sua criação, em 2017, já chegou a 10.411 jovens dos ensinos básico e secundário, em 460 atividades, entre práticas laboratoriais, sessões de role model e mentoria. O projeto está agora integrado no Plano de Ação para a Transição Digital, em articulação com o Programa INCoDe.2030.

Damos VOZ às mUlheres na Ciência

—Investigadora e doutoranda no INL e na Faculdade de Ciências da Universidade do Porto

Trajetória das mulheres na ciência: “ser cientista” e “ser mulher”

A convite da ACEGIS, Filipa Cavaco Peres, fala-nos da sua trajetória pessoal e de como é ser mulher no mundo das áreas STEM (Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática),do outro lado do espelho. Um artigo de opinião que reflete a trajetória pessoal, o percurso académico e os projetos de investigação de uma jovem cientista portuguesa, na qual integra a perspetiva de género entre ‘ser mulher’ e ‘ser cientista’, no mundo da Física Quântica. 

Num relato pessoal e intimista, Filipa descreve a sua história, a relação com as ciências exatas, as vivências e as suas lutas.

“Se com esta simples rubrica conseguir que uma só rapariga se veja representada, compreendida e motivada a seguir uma carreira em ciência, considerar-me-ei satisfeita e ficarei com a sensação de dever cumprido. (…) Quantas mais mulheres cientistas qualificadas, apaixonadas e trabalhadoras tivermos nas nossas fileiras, mais força ganhamos colectivamente e mais facilmente podemos subverter os estereótipos de género que estão enraizados na nossa sociedade”.

Aceda aqui à publicação.

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